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Coffea arabica é uma espécie
de café natural da Etiópia, supostamente uma das primeiras espécies de
café a ser cultivada. A espécie Coffea arabica produz cafés de qualidade,
finos e requintados, e possui aroma intenso e os mais diversos sabores,
com inúmeras variações de corpo e acidez.
Origina o café arábica de
sabor suave, aromático, para ser bebido puro. É a espécie mais complexa,
com 44 cromossomos, e só pode fazer cruzamentos com plantas da mesma
espécie, o que evita casamentos negativos. É uma planta mais delicada, que
se desenvolve em altas altitudes (os melhores cafés são plantados acima de
1000 m) e exige clima ameno (entre 15ºC e 22ºC). Geralmente plantado entre
os trópicos. Os cafés gourmet ou
premium
possuem 100% de grãos arábica (blendados ou não), de preferência,
com origem controlada. Deve conter ausência de defeitos (0%), como grãos
verdes. Sua nota fica entre 7,61 e 10.

Café Arábica
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CAFÉ E COMPOSIÇÃO QUÍMICA:
O café não é só cafeína
A maioria das pessoas que toma café diariamente ignora quais são as
substâncias que estão presentes no café e pensa que o café contém apenas
ou principalmente cafeína. Grande engano.
O café possui apenas 1 a 2,5 % de cafeína e diversas outras substâncias em
maior quantidade. E estas outras substâncias podem até ser mais
importantes do que a cafeína para o organismo humano.
O grão de café (café verde) possui além de uma grande variedade de
minerais como potássio (K), magnésio (Mg), cálcio (Ca), sódio (Na), ferro
(Fe), manganês (Mn), rubídio (Rb), zinco (Zn), Cobre (Cu), estrôncio (Sr),
cromo (Cr), vanádio (V), bário (Ba), níquel (Ni), cobalto (Co), chumbo (Pb),
molibdênio (Mo), titânio (Ti) e cádmio (Cd); aminoácidos como alanina,
arginina, asparagina, cisteína, ácido glutâmico, glicina, histidina,
isoleucina, lisina,metionina, fenilalanina, prolina, serina, treonina,
tirosina, valina; lipídeos como triglicerídeos e ácidos graxos livres ,
açúcares como sucrose, glicose, frutose, arabinose, galactose, maltose e
polissacarídeos. Adicionalmente o café também possui uma vitamina do
complexo B, a niacina (vitamina B3 , PP ou "Pelagra Preventing" do inglês)
e, em maior quantidade que todos os demais componentes, os ácidos
clorogênicos, na proporção de 7 a 10%, isto é, 3 a 5 vezes mais que a
cafeína.
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CAFÉ E DEPENDÊNCIA
O café não causa vício, mas sim um hábito saudável, como o exercício
Uma das principais críticas das pessoas que não gostam ou que ainda
possuem preconceito contra o café é de que a bebida causa dependência.
Talvez seja pela água que o café possui. Pois caso uma pessoa seja
colocada numa sala com alimentos, mas sem água por uns poucos dias, ela
reclamará a falta da água. E apresentará sinais de dependência da água.
Boca seca, sede intensa, apatia, prostração e fraqueza são sinais iniciais
da falta de água. A seguir podem surgir delírios, alucinações e alterações
do comportamento. A pessoa lentamente fica confusa e perde a consciência.
A seguir entra em coma e morre.
A primeira coisa que cada ser humano faz ao nascer é se tornar dependente
químico. Ao respirar pela primeira vez o recém nascido torna-se dependente
do oxigênio para todas as atividades bioquímicas de seu organismo. A
seguir torna-se dependente químico do mais nobre dos alimentos: o leite
materno. Por isto podemos ser dependentes de coisas saudáveis, como água,
leite, café e exercícios (hábitos saudáveis) ou dependentes químicos de
substâncias que prejudicam a saúde (vício), como o tabaco, álcool e drogas
ilegais.
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CAFÉ E CRIANÇAS
Café com leite é a bebida natural mais adequada para crianças
Para milhares de crianças brasileiras a primeira e muitas vezes a
principal refeição do dia é uma mistura de café com farinha ou leite.
Somada a força e a perseverança, estas crianças sobrevivem saudáveis e
podem servir de exemplo para outras, ao vencerem na vida, apesar de tudo e
de todos. Mas assegurar uma boa nutrição, principalmente a infantil é o
maior compromisso social de toda nação.
Muitas crianças com fome são esquecidas em detrimento da preservação de
árvores, da natureza e de animais selvagens, todas partes da bela natureza
e do meio ambiente.
Mas uma criança é a maior riqueza da natureza e a coisa mais bela de
qualquer ambiente. Enquanto que o preconceito contra o café faz com que as
crianças tomem pouco ou mesmo não tomem café diariamente, puro ou com
leite, o mesmo não acontece com outras bebidas. Na atualidade tomar
refrigerantes ou sucos artificiais para saciar a sede é um hábito diário
de quase todas as crianças, em lugar de um simples copo de água. E estudos
recentes feitos por médicos ingleses detectaram que o consumo exagerado de
refrigerantes por adolescentes não apenas ajuda a destruir os dentes, mas
pode provocar problemas de comportamento e afetar o crescimento. E cerca
de 1/3 das crianças americanas são obesas graças ao consumo de bebidas e
alimentos artificiais, incluindo refrigerantes. E ao mesmo tempo, as
crianças são erroneamente educadas de que o consumo de café pode ser
prejudicial para a saúde. Pois o café pode ajudar as crianças,
adolescentes e jovens nas escolas. O consumo moderado e diário de café, ao
estimular o sistema de vigília, atenção e concentração, pode ajudar no
aprendizado escolar. E para tal basta que o café seja tomado pela manhã -
com ou sem leite - e na merenda escolar, depois do café da manhã,
seguindo-se um café no lanche da tarde. A humanidade escolheu o café como
bebida diurna porque ele estimula o sistema de vigília do cérebro humano,
mantendo-o mais acordado. O consumo diário e moderado de café torna o
cérebro mais atento e capaz de suas atividades intelectuais, diminui a
incidência de apatia e depressão e estimula a memória, atenção e
concentração, melhorando a atividade intelectual normal.
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CAFÉ E ATLETAS
Café, uma bebida natural, é a mais saudável para atletas
Corredores de maratona e atletas de outras formas de exercício intenso
aumentam os níveis de endorfina no cérebro, criando uma forma de
auto-gratificação interna ( "self-reward"). Isto faz com que o atleta
treinado siga adiante ao atingir um ponto máximo de cansaço, que leva
todas as pessoas sem treinamento a pararem por fadiga. Caso os atletas
tomassem café diariamente durante os treinos, na dose mínima de 4 xícaras,
é possível imaginar que os ácidos clorogênicos/ quinídeeos do café
bloqueariam os receptores que são estimulados pelas endorfinas, peptídeos
opióides cerebrais.
Isto faria com que os neurônios do cérebro aumentassem sua descarga de
endorfinas para trazer o estímulo necessário para o atleta prosseguir,
atingindo a auto-gratificação num nível mais alto. Atletas assim
treinados, teriam um cérebro trabalhando contra uma resistência a
auto-gratificação. E quando esta resistência fosse retirada, certamente
este cérebro estaria com uma maior capacidade de produzir a
auto-gratificação. Deste forma, atletas treinados consumindo diariamente
café, caso parassem de tomá-lo na véspera e nos dias de competição,
poderiam ter sua performance aumentada de forma significativa, sem
qualquer tipo de "doping ". Apenas aumentando, além da capacidade dos
músculos, a capacidade do cérebro de prosseguir mais além.
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CAFÉ EM EXCESSO
Café e cafeína não possuem riscos em doses moderadas
Tudo em excesso pode fazer mal.
As críticas ao consumo de cafeína em quantidades moderadas são total e
completamente infundadas, mas ainda arraigadas ao limitado conhecimento de
pessoas desinformadas.
Em quantidades moderadas - o equivalente a 400-500 mg/dia - dose de até 4
xícaras - a cafeína não é prejudicial a saúde humana, desde a gestação até
o final da vida.
A administração aguda de cafeína causa um aumento modesto da pressão
sangüínea arterial, dos níveis de catecolaminas, da atividade de renina
plasmática, dos níveis de ácidos graxos livres, da produção de urina e da
secreção gástrica. Ela altera o espectro eletroencefalográfico, o humor e
o padrão do sono em voluntários normais. O consumo crônico de cafeína não
possui efeitos na pressão sangüínea, nos níveis plasmáticos de
catecolaminas, na atividade de renina plasmática, na concentração de
colesterol no soro, nos níveis de glicose no sangue ou na produção de
urina. A cafeína não está associada com o infarto do miocárdio, nem com o
câncer do trato genitourinário inferior ou do pâncreas; com
teratogenicidade ou doença fibrocística da mama. O papel da cafeína na
produção de arritmias cardíacas ou de úlcera gástrica ou duodenal em
pessoas normais também não foi confirmado, não havendo evidências de que a
cafeína seja prejudicial ao ser humano sadio. Apesar do consumo de café e
chá ser antigo, as pesquisas que avaliam os efeitos do café no homem são
recentes. Cerca de uma centena de produtos químicos foi identificada no
café, sendo algumas, como o ácido clorogênico, até mais abundantes que a
cafeína. A cafeína é o elemento do café mais estudado até o momento e o
principal responsável pelas propriedades estimulantes que deram a
popularidade à bebida. Mas seu consumo moderado não é prejudicial ao
organismo.
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CAFÉ E CORAÇÃO
Ao contrário do que se pensava, o consumo moderado de café pode fazer bem
ao coração
A depressão é um fator independente de risco cardiovascular para homens e
estudos modernos avaliam o papel protetor de medicamentos antidepressivos
e hábitos alimentares.
O consumo diário de doses moderadas (três a quatro xícaras ao dia) de café
torrado adequadamente (café funcional nutracêutico) pode ser benéfico na
prevenção da depressão/DCV por conter, em quantidades superiores às de
cafeína (1-2%), compostos quinídeos derivados dos ácidos clorogênicos
(2-4%) com ação antioxidante, além de potente ação antagonista opióide
(tipo naltrexona) e efeito inibidor da recaptação de adenosina.
No passado um grande número de cardiologistas julgava que o café possuía
apenas cafeína, desconhecendo que a bebida contém também maiores
quantidades de sais minerais (2-4%), ácidos clorogênicos e quinídeos
(2-4%), niacina ou vitamina PP (1%) além da cafeína (1-2%) e centenas de
óleos voláteis responsáveis pelo aroma e sabor da bebida, característicos
de cada região produtora e dos blends dos fabricantes. Na atualidade
evidências científicas permitem classificar o café como uma planta
funcional nutracêutica. E novos estudos estão em andamento para avaliar o
possível benefício de seu consumo na prevenção da depressão, tabagismo,
alcoolismo e mesmo infarto do miocárdio. Por esse motivo o médico deve
mudar seu preconceito em relação ao café, o qual considera possuir apenas
cafeína, mas reconhecer que talvez possa até ser recomendado a seus
pacientes (além do consumo próprio) desde que em quantidades moderadas
(3-4 xícaras diárias).
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CAFÉ E DIABETES
Estudos modernos mostram que o consumo regular de café protege contra o
surgimento da
diabetes do adulto
O diabetes tipo II ou insulino-independente (tipo adulto) tem início na
maturidade, geralmente após os 40 anos, e os pacientes são em sua maioria
obesos e a evolução é lenta. O diabetes do tipo 2 é responsável por 90%
dos casos.
Há um componente genético importante e, embora a função das células beta
do pâncreas esteja diminuída, persiste uma certa capacidade de secreção de
insulina, havendo maior resistência ao desenvolvimento de cetose.
Os sintomas mais freqüentes são poliúria (diurese abundante), polidipsia
(sede intensa) e emagrecimento e as complicações mais comuns são
retinopatia e nefropatia, todas passíveis de controle pelo acompanhamento
rigoroso da glicemia. Estudos recentes sugerem que o consumo diário de até
6 xícaras de café pode prevenir o surgimento do diabetes tipo II, não
devido a cafeína mas talvez devido aos ácidos clorogênicos, seus
metabólitos ou aos minerais como o magnésio, dentre inúmeras outras
substâncias ainda a serem estudadas no café, que não é só cafeína, abrindo
uma nova área de pesquisa sobre o papel protetor do consumo de café.
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CAFÉ, CÁLCIO E OSTEOPOROSE
O consumo moderado de café não interfere na absorção do cálcio e não causa
osteoporose
Um conceito errado entre muitos profissionais de saúde, como
nutricionistas, é o de que a cafeína interfere na absorção do cálcio,
diminuindo-a, podendo assim causa osteoporose. Trata-se de algo totalmente
infundado. A cafeína não atua como um quelante do cálcio, como o
antibiótico tetraciclina, que impede a absorção de cálcio. O cálcio tem
seu metabolismo rigorosamente controlado por uma série de hormônios e
vitamina (vitamina D), de forma que dos 1.200 mg que ingerimos
diariamente, apenas 300 mg são absorvidos. Caso precisemos de mais cálcio,
o intestino apenas aumenta sua absorção.
O consumo moderado de cafeína não causa osteoporose em idosos nem aumenta
o risco de fraturas. Denúncias iniciais levantaram a suspeita de que o
consumo de cafeína pudesse ser responsável por uma maior incidência de
osteoporose e fraturas em idosos, mas diversas pesquisas modernas
esclareceram esta dúvida inicial. O risco de fratura do quadril apresenta
uma modesta relação com o consumo de doses elevadas de cafeína, superiores
a cinco xícaras diárias (acima de 700 mg de cafeína por dia) em alguns
estudos enquanto que outros concluem que não existe relação entre o
consumo de cálcio, leite, fósforo, proteínas, vitamina C e cafeína e
fraturas do quadril. Também concluem que exercícios recreacionais na
infância e adolescência parecem ajudar a proteger contra este tipo de
fratura. A menopausa esta associada a uma diminuição da densidade óssea e
osteoporose, que pode ser agravada pelo tabagismo, pois este diminui a
absorção de cálcio. O consumo moderado de cafeína não possui relação com o
problema, mas o consumo exagerado de cafeína deve ser evitado por pessoas
idosas e mulheres na menopausa, isto é, de doses acima de 500 mg diários
de cafeína pode influir na ocorrência de osteoporose, mas apenas nas
mulheres que consomem uma quantidade inferior a 800 mg de cálcio na dieta
. A falta de consumo diário de leite pode estar relacionada a uma maior
incidência de osteoporose em idosos, algo que pode até ser prevenido com
duas a três xícaras diárias de café com leite.
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CAFÉ, ALCOOLISMO E DROGAS
O café forma durante a torra adequada produtos que ajudam a inibir o
desejo de consumir álcool e drogas ilegais
O alcoolismo social é uma forma de dependência crônica aceita e praticada
pela maioria dos adultos nas sociedades modernas e o alcoolismo agudo e
crônico se constituem na principal forma de toxicomania da espécie humana
na atualidade.
O controle do alcoolismo na atualidade é feito com medicamentos com
propriedades antagonistas opióides, como o naltroxone e o nalmefene. Pois
o café possui potentes antagonistas opióides, os quinídeos formados na
torra do café a partir dos ácidos clorogênicos.
E pouco é conhecido sobre outros efeitos sobre o organismo humano dos
quinídeos, que também possuem uma ação inibidora da recaptação da
adenosina, atuando também como antagonistas dos efeitos excessivos da
cafeína sobre as células, um efeito citoprotetor. Por isto, os ácidos
clorogênicos e os quinídeos formados na torra adequada do café podem até
ser mais importantes que a cafeína na bebida e de grande ajuda na
prevenção e controle da depressão e suas conseqüências como suicídio e o
alcoolismo, uma forma lenta de suicídio e suas conseqüências, como a
cirrose.
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CAFÉ, DEPRESSÃO E SUICÍDIO
Pesquisas modernas mostram que o consumo de café pode diminuir o risco de
depressão e suicídio
A depressão mental é uma resposta completamente normal do cérebro humano a
situação e adaptação social do indivíduo. Apenas a resposta depressiva
tende a integrar o indivíduo numa sociedade, a valorizá-la e nela
adaptar-se.
O sintoma depressivo é uma forma de reação altamente evoluída do cérebro
humano na escala animal e serve para proteger o excesso de individualismo
do homem, que pode prejudicar sua integração na sociedade. Também serve
para evitar que o indivíduo quebre normas estabelecidas.
Todo ser humano apresenta periodicamente depressão mental, dentro de uma
resposta normal do cérebro. Apenas quando ela aparece sem uma causa
desencadeante ou permanece por tempo e intensidade demasiados, o indivíduo
pode necessitar de ajuda. Tristeza, angústia, medo, saudade e sofrimento
são formas atenuadas de depressão e demonstram a reação do indivíduo na
sua adaptação familiar e social, representando reações sadias do convívio
humano. Cerca de 20 % da população adulta apresentam durante sua vida
episódios depressivos com manifestações clinicas significativas que
precisam ser controlados com um tratamento especializado com medicamentos.
A depressão, como a ansiedade, pode ser a manifestação final de fatores
genéticos, problemas de desenvolvimento (distúrbios da personalidade),
traumas de infância ou de problemas psicossociais (divórcio, desemprego ).
A depressão pode ser um fenômeno reacional, normal, podendo também ser
parte de uma doença depressiva que requer tratamento médico especifico e
eficaz. Em situações de grande tristeza as mulheres ativam uma área do
cérebro oito vezes maior que o homem. Esta hiperatividade é seguida por um
período de depressão, razão pela qual as mulheres são mais suscetíveis a
sofrerem de depressão. Há uma relação entre a depressão e a auto-estima
(amor próprio), sendo que a depressão normal esta relacionada
positivamente com a auto-estima, isto é, uma depressão discreta aumenta
com a auto-estima - , mas caso a depressão se torne exagerada e anormal, a
auto-estima começa a diminuir até atingir um nível zero, onde o risco de
suicídio é grande, pela perda total do amor-próprio, levando o indivíduo
ao suicídio. Diversas pesquisas epidemiológicas no Brasil e Estados entre
jovens, adultos e mulheres comprovaram que o consumo diário e moderado de
café diminui o risco de depressão e suicídio.
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